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A Casa Amarelinha
Para algumas pessoas, usar instrumentos musicais na decoração é apenas uma questão de estética; para outras, é uma maneira de exibir peças com alto valor sentimental e, ainda, há aquelas que precisam integrar seus companheiros de trabalho — ou hobby — na ornamentação da casa, simplesmente, por falta de espaço para guardá-lo em outro lugar.
Seja qual for o seu motivo, é possível fazer com que seu instrumento musical preferido se torne a estrela de uma decoração única. Confira! 





1. Lembre-se dos cuidados essenciais 

Se o instrumento musical ainda está em uso (o que significa que ele será manuseado com alguma frequência), escolha um local com acesso facilitado para evitar acidentes como arranhões, quedas e batidas. Nesse caso, é importante respeitar as recomendações para conservação próprias de cada peça e fazer sua manutenção periodicamente.
Instrumentos raramente utilizados ou que não funcionam mais podem ser posicionados em lugares mais altos ou serem fixados de maneira permanente. 


2. Use os suportes apropriados 

Essa é uma dica importantíssima para os instrumentos musicais que estão em uso. Afinal, usar suportes não recomendados (ou encostá-los de qualquer jeito em qualquer lugar) pode levar ao empenamento e, consequentemente, ao mau funcionamento da peça.
O resultado estético não será um problema, pois há diversos modelos de suportes e, certamente, um deles combinará com a sua decoração.
Se a intenção for fixar o instrumento permanentemente, a atenção com o suporte — e o local — escolhido também é fundamental para evitar que ele despenque. 

3. Reforme instrumentos musicais sem uso 

Peças quebradas podem receber camadas de colagem ou serem pintadas. A partir daí, solte a imaginação para criar nichos e vasos com o corpo de violões, caixas e tambores.
Que tal inspirar-se na Robin Scherbatsky e exibir orgulhosamente uma trompa azul no meio da sala de estar? 




4. Seja criativo na exibição 

Além dos suportes, você pode utilizar outros artifícios para destacar os instrumentos musicais no seu ambiente, como estojos personalizados, molduras, recipientes de vidro ou acrílico etc.
Também é possível criar cenários surpreendentes utilizando a iluminação como aliada. Realce as formas dos instrumentos ou projete sombras com formatos interessantes no ambiente. 

5. Destaque pianos e baterias 

O porte desses instrumentos os fazem ser destacados por natureza. No entanto, para que eles se integrem à decoração — ao invés de arruiná-la — são necessários alguns truques.
Utilize os pianos verticais para expor vasos e fotografias, por exemplo. Outra ideia é utilizar tapetes para que eles não pareçam “soltos” no cômodo. 


6. Realce as características de cada peça 

As curvas de violões e guitarras, a imponência dos baixos acústicos, o brilho dos instrumentos de sopro são alguns exemplos de formas que merecem ser evidenciadas.
Para isso, use iluminação direcionada ou brinque com o contraste entre a cor do instrumento e da parede (ou piso) que ele será exibido. 

Agora, você já sabe como utilizar instrumentos musicais na decoração para deixar sua casa cheia de personalidade e estilo! 

Gostou? Conta pra gente quais instrumentos você tem (ou gostaria de ter) em casa aqui nos comentários. 
Almofadas são itens fundamentais em uma casa — qual é o cantinho de leitura que não fica mais gostoso com elas? São peças que levam conforto, aconchego e ajudam a compor a decoração de forma lúdica e funcional. No entanto, a variedade de cores e estampas amedronta quem quer planejar uma combinação de almofadas de forma, digamos, racional.

Por remeterem à descontração, não existem especificações que ditem o que é certo ou errado para combiná-las. Nesta postagem, mostramos que tudo é possível — desde que respeite seus gostos e preferências — e ainda selecionamos mais de 20 imagens para inspirar sua decoração. Olha só:

Não há regras para a combinação de almofadas

Há apenas alguns princípios de Design que podem ser seguidos caso você deseje uma composição mais harmoniosa visualmente (ou não):

1 — Usar a mesma estampa em várias peças

Quem gosta de uma decoração mais convencional, pode repetir as capas das almofadas, sem problemas. Elas podem, também, seguir as mesmas tonalidades já usadas no ambiente ou inserir as cores de maneira pontual. 
01 - A estampa monocromática quebra o colorido da cadeira, dosando o seu impacto.


02 - As almofadas seguem as mesmas cores da decoração do ambiente, sem se destacarem.

03 - A mesma técnica (patchwork) e o mesmo esquema de cores produz resultados diferentes, mas semelhantes.
04 - Estampa repetida combinada com uma almofada de cor única para variar a composição.

2 — Combinar estampas iguais com cores diferentes

Para variar as cores mantendo a harmonia da combinação, a melhor saída é repetir a padronagem.
05 - Os padrões geométricos se repetem com cores diferentes.

06 - Estampa exatamente igual em duas tonalidades distintas.

3 — Combinar estampas diferentes com a mesma paleta de cores

Para dar um pouco mais de movimento à combinação de almofadas sem um impacto visual forte, combine estampas diferentes mantendo a paleta de cores.
07 - Aqui as almofadas são diferentes, mas repetem o tema e a paleta de cores, mantendo a unidade visual.
  
08 - Estampas completamente diferentes, mas respeitando a paleta de cores.

09 - Mais um exemplo de padronagens distintas ligadas pelas cores.

10 - Apesar do mesmo tema de padronagem (étnico), há variações nas cores.

11 - Outro exemplo de padronagens étnicas distintas seguindo as mesmas tonalidades.

4 — Não combinar nada e ser feliz assim mesmo 

Se a ideia é ousar, sem apego a regras e convenções, não pense duas vezes. Faça uma coleção de capas variadas e as exponha sem cerimônias!
12 - Mistura de estampas, formas e texturas.

13 - Desenhos orgânicos e padronagens geométricas também conversam.

14 - Ilustração figurativa + ilustração abstrata + animal print... por que não?

15 - Até mantendo o mesmo estilo de estampa, é possível variar cores e formas.

16 - Dois toques de irreverência à poltrona convencional.

17 - Desapego total a qualquer tentativa de harmonia visual. 😁

18 - Animal print, listras, ilustrações e abstracionismo para animar o sofá básico.

19 - Quanto mais cor e estampa, melhor!

20 - Para quem gosta de uma casa cheia de bichinhos... 😍

21 - Até bonecos de pano podem estrar na brincadeira!

O importante é respeitar sua personalidade

Independentemente de qualquer recomendação ou conceito, a decoração deve ressaltar seus gostos e preferências. Uma pessoa mais extrovertida pode não se sentir completamente à vontade em ambientes com uma decoração mais séria, sem cor. Por outro lado, uma pessoa muito organizada pode não gostar de um ambiente sem uma lógica de tons e formas.

Seja representado por sua decoração. Afinal, a casa é sua!

E você, como gosta de combinar suas almofadas? Conta pra gente aí nos comentários!

Imagens: The Selby
Quem quer construir, reformar ou reorganizar a casa, na grande maioria das vezes, tem como primeira preocupação o orçamento e acaba tomando todas as decisões através dele. Mas, muito além do dinheiro, é preciso ficar atento a várias coisas como princípios de conforto, segurança, usabilidade e praticidade.
Claro que nem sempre é possível fazer tudo por falta de espaço, grana ou mesmo pela própria estrutura da casa (especialmente as alugadas). Além disso, é possível viver sem estas "regras", a questão é que elas servem para tornar a vida mais prática e ergonômica (ou seja, adequada ao corpo humano).
Quero enfatizar que estas dicas NÃO SUBSTITUEM a atuação de um profissional para projetar (seja ele Designer de Interiores ou Arquiteto). Elas servem para orientar as pessoas a ter olhar crítico sobre os projetos de construção e reforma que comprarem e para dar uma direção a quem tem que "se virar" com o que já tem.
Outra coisa importante é que as medidas apresentadas são os padrões adotados no Brasil. Elas podem - e devem - ser adaptadas para pessoas muito mais altas ou muito mais baixas do que a média brasileira (entre 1,60 e 1,70).

Esclarecimentos feitos, vamos começar:

Não é por acaso que a cozinha é o projeto mais caro de ser executado em uma residência. Nenhuma casa consegue funcionar sem ela (mesmo que você só a visite na hora de beber água, tente imaginar sua vida sem uma cozinha por perto...). Por isso, ela merece toda a atenção para que cada centímetro seja aproveitado de forma ergonômica e funcional.


01 - Pense no layout

O layout é extremamente importante, pois interfere diretamente na produtividade da cozinha (principalmente se ela for comercial ou industrial). Independentemente do tamanho, todas as cozinhas podem possuir os mesmos equipamentos - o que vai diminuir ou aumentar é a área de trabalho - e o excesso de espaço pode mais atrapalhar do que ajudar, pois quando mal planejado causa desconforto pelo deslocamento exagerado.

02 - Acerte o local da geladeira

A geladeira deve ficar, preferencialmente, próximo à entrada da cozinha e ser de fácil acesso da mesa da copa. O ideal é não ter de passar pelo fogão ou pela pia para chegar a ela (imagine uma criança passando por panelas quentes ou por uma pia cheia de pratos e facas sempre que sentir sede ou quiser um iogurte). Se a geladeira estiver em um local inconveniente, todo o projeto estará apoiado sobre uma base errada.

Ter uma bancada de apoio ao lado da geladeira ajuda a evitar sujeira e água no chão. A porta da geladeira deve abrir para o lado da bancada. Alguns modelos permitem que o lado de abertura seja trocado, mas lembre-se de conferir isso antes de finalizar a compra. Se houver freezer, ele deve ficar ao lado da geladeira, mas pense bem sobre a necessidade de ter um (são pelo menos 4 palmos de espaço que podem ser aproveitados para aumentar a área de preparo, por exemplo). No caso de os dois serem necessários, a geladeira deve ficar mais próxima da bancada por ser usada com mais frequência.



03 - Aproveite bem a bancada

O conforto de uma cozinha é medido pelo tamanho da área de trabalho (bancada). Se ela for uma só, deve ser dividida pela cuba em duas áreas: uma para armazenar louças e outra para o preparo dos alimentos. Atualmente existem diversos acessórios para bancada que podem facilitar e sofisticar esse preparo. Prefira os de aço puro pela durabilidade.

No caso de haver pouca área de trabalho, opte pela cuba simples. Se mesmo assim a área continuar pequena, estude a possibilidade de armazenar a louça lavada em um móvel suspenso sobre a cuba.




04 - Evite problemas com cubas e torneiras

Para reformar a pia, atente-se para o tipo de válvula de escoamento, dependendo do tipo da cuba nova, ela pode precisar ser trocada.
Ter duas cubas em uma bancada de granito fragiliza a pedra. Prefira a cuba dupla (que também tem a vantagem de poder ter uma única torneira).


A profundidade da bancada deve ser de 60cm - com a torneira de bancada -, podendo ser de até 55cm se a torneira for de parede (que é o ideal, pois além de liberar espaço na bancada, facilita a limpeza e não acumula lodo - mas, não são todas as bancadas que permitem e a existência de janelas também podem ser empecilho).

05 - Saiba onde colocar a janela

A janela na cozinha tem a função de oferecer luz "gratuita" durante o dia para a bancada. Para não projetar sombras, ela deve começar imediatamente após o fim da bancada. Essa janela deve ter, no máximo, 70cm de altura, para que o espaço sobre ela possa ser aproveitado com um armário suspenso ou prateleiras.

06 - Priorize a ergonomia

Cuidado com as ferragens das portas basculantes, para que elas não dificultem a abertura/fechamento dos armários suspensos.
Para uma cozinha ergonomicamente correta, as medidas recomendadas são:

- Armário superior com no máximo 36 cm de profundidade não atrapalha a visão da bancada e, principalmente, evita que você bata com a testa nele;
- A janela a até 1,60 m de altura (do chão) não impede a utilização do armário superior;
- 90 cm para a altura da bancada;
- 15 a 20 cm de altura do chão ao início do móvel o protegem de água no piso e permitem colocar o pé embaixo dele, encostando a coxa no móvel para distribuir melhor o peso do corpo durante a lavagem de louças;
- Recuo de 15 cm (suficientes para o pé) facilita a limpeza, pois impede que objetos/comida que caiam no chão terminem esquecidos longe do alcance da visão. Pode ser feito de alvenaria (apoiando o móvel) e o ideal é que o revestimento dele seja o mesmo do piso (como se ele fosse o rodapé). Mas também pode ser "improvisado" na própria marcenaria.

Dependendo da necessidade, o armário superior pode ir até o teto, mas isso dá a impressão de que a cozinha é menor.

07 - Tenha atenção com as gavetas

As gavetas devem ser planejadas com cuidado, pois são os elementos mais caros da marcenaria (quanto mais gavetas, mais cara será a execução). Elas devem ter no máximo 1 metro de largura para evitar problemas com a abertura.

Muitos projetos utilizam a simetria entre os elementos, mas o ideal é que as gavetas tenham alturas diferentes, pois acomodam objetos diferentes (para guardar os talheres e jogos americanos, mais de 10 cm são "desperdício" de espaço, mas utensílios e panos de prato enrolados precisam de gavetas com altura maior, por exemplo).


08 - Garanta sua segurança

A utilização de cooktop permite a correção de um grande inconveniente dos fogões comuns: a baixa altura do forno. O ideal é haver uma "torre" para o forno e para o microondas, permitindo que os pratos/travessas estejam a 1,20 - 1,30m do chão quando forem retirados deles (quem já teve de retirar um frango/peru inteiro de um forno baixo sabe muito bem o quanto isso é importante). Ao lado dessa torre, deve haver uma bancada para apoiar os pratos quentes.

Caso só haja espaço para uma torre "simples", o microondas pode ficar acima do forno, escolhendo-se uma "altura média" para os dois e tomando o cuidado para que não fiquem a mais de 1,40m do chão - o que dificulta a visualização e o manuseio dos pratos.



A coifa deve ficar a, no máximo, 80 cm do fogão. Mais que isso torna a sucção ineficiente.

09 - Capriche na copa

Para a mesa da copa, calcule pelo menos 70 cm entre o eixo das cadeiras (como se fosse de nariz a nariz de quem estiver sentado) para garantir espaço para todos os cotovelos... A profundidade mínima para cada pessoa é de 40 cm. Assim, se a mesa/balcão for ter cadeiras dos dois lados, deverá ter 80 cm (para a mesa da sala de jantar, o ideal é 1m).
Se a mesa for "mínima", coloque prateleiras de apoio (para o requeijão, a margarina, a garrafa de café etc).
Alguns projetos "reservam" para a copa um tampo de vidro voltado para a parede branca de azulejos, como se fosse um "cantinho do castigo". Lembre-se que - normalmente - a copa é mais usada do que a sala de jantar, por isso não economize no conforto e no aconchego desse espaço. Ela está relacionada com prazer (sala) e não produção (cozinha).

Luminárias pendentes não podem atrapalhar as pessoas conversando de pé em volta da mesa. Assim, sua altura deve ficar em torno de, pelo menos, 1,80m de altura.


10 - Tire máximo proveito das ilhas

Se optar pelas ilhas (sejam elas propriamente ditas ou encostadas na parede), garanta espaço para o fogão, torneira/cuba pequena (para lavar as mãos e os talheres que estiverem sendo utilizados) e uma área mínima de trabalho para o preparo dos alimentos. Isso irá evitar que você tenha de ficar se virando enquanto cozinha e que água e resíduos se espalhem pelo chão, provocando acidentes.
A cuba na ilha serve apenas de apoio para a preparação dos alimentos. Além dela, deve haver a pia "normal" para a limpeza dos utensílios e panelas em geral.
Se junto à ilha houver o balcão em alturas diferentes, a profundidade mínima da ilha deve ser de 60 cm (mais os 40 cm do balcão). Se os dois estiverem no mesmo plano, o mínimo deverá ser de 1,20 para garantir uma área de segurança entre o fogão e as pessoas que estiverem à mesa.



11 - Varie os revestimentos

A cozinha não precisa ser totalmente revestida com cerâmica. Ela só é necessária nas áreas que recebem muita sujeira (como as que entram em contato com óleo e fumaça) e/ou com água (próximo às pias). No caso da área do fogão, o ideal é que a superfície seja o mais lisa possível (aço, vidro ou cerâmicas grandes), pois o rejunte acumula sujeira com facilidade e torna a limpeza mais difícil (pastilhas, nem pensar!!!).



A cozinha é o cômodo mais utilizado em uma casa. Aproveite essas informações para deixar a sua mais funcional e confortável.

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As imagens foram retiradas dos sites Casa e Casa & Jardim.

Quem aí tem mais livros na estante do que tempo para ler e, mesmo assim, não resiste a um exemplar novo, levanta a mão... ✋ Conservar livros dá um pouco de trabalho, mas — como a palavra desapego não integra o vocabulário da nossa biblioteca — vamos enfrentar a parada.
Veja algumas dicas de como cuidar dos nossos queridinhos:

1 — Guarde-os corretamente

Armazene-os na vertical, com um apoio para evitar inclinações. Se for necessário colocá-los na horizontal, agrupe por tamanho ou coloque os maiores embaixo e não acumule muito peso na mesma pilha. Apenas livros muito pesados devem ficar na horizontal (sempre sobre superfície plana).

02 — Tenha cuidado com a luz

Proteja-os do sol e das lâmpadas: incidência de luz direta (natural ou artificial) desbota e amarela as páginas.


03 — Deixe o ar circular

Deve haver espaço para a circulação de ar em volta dos livros, por isso, nada de deixa-los completamente encostados nas paredes ou muito apertados. Também retire as embalagens plásticas para que eles possam "respirar".

04 — Mantenha a limpeza em dia

Para evitar o acúmulo de poeira, passe um espanador de plumas ou pincel largo com cerdas macias 1x por semana. Para limpeza mais completa, use uma flanela seca para limpá-los individualmente, pelo menos 2x por ano.

05 — Movimente as páginas para conservar os livros

Folheie os livros periodicamente para diminuir o acúmulo de resíduos.

VOCÊ SABIA que estantes de metal auxiliam na conservação dos livros? As de madeira atraem traças e outros microrganismos que são prejudiciais ao papel. Assim, se a sua estante for de madeira, ela deve ser limpa semanalmente.

Para um cuidado mais "profissional", siga essas dicas para limpar e restaurar livros.

E você, tem mais alguma dica para conservar essas belezinhas?
Conta pra gente aí nos comentários. 😉

Imagens: Pinterest.
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Quem escreve

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Christiane Silva | Formada em Marketing. Amadora de Design e tatuagens. Freelancer de Design Gráfico e produção de conteúdo para Web. Trabalha em casa por opção e paixão.
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